Estimulação Magnética Transcraniana
Ciclos intensivos de reabilitação
Neuropsicologia e Treino Cognitivo
PediaSuit
Programa de Neuro-desenvolvimento
Electro-estimulação neuro-muscular
Therasuit
Estimulação Eléctrica Transcraneana

 

Instituto Luso-Cubano de Neurologia

Reabilitação neurológica • Porto • Lisboa

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UMA EQUIPA MULTIDISCIPLINAR

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Dispomos de uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde, tais como médicos, terapeutas, enfermeiros e outros profissionais. 


TERAPIAS INOVADORAS

TERAPIAS INOVADORAS

Tecnologias de Estimulação Cerebral Não-Invasiva, Therasuit, Integração Sensorial, Eletroestimulação aplicada na Terapia da Fala, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. 


FALE CONNOSCO

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Tem dúvidas? Exponha-nos o seu caso. Teremos todo o gosto em esclarecê-lo. Consulte a nossa página de Contactos. 






Estimulação Magnética Transcraniana

Estimulação Magnética Transcraniana

Terapia de estimulação cerebral não-invasiva que aplica impulsos magnéticos focados. 


Ciclos intensivos de reabilitação

Ciclos intensivos de reabilitação

Reabilitação intensiva para obtenção de resultados efectivos na melhoria de condições de vida de pacientes e cuidadores. 


Neuropsicologia e Treino Cognitivo

Neuropsicologia e Treino Cognitivo

Terapias cognitivas com tecnologias de bio-feedback, Rehacom, Cogniplus, entre outros 


PediaSuit

PediaSuit

Sistema disponível na Clínica Tejo, equipa certificada, aplicável a pacientes de todas as idades. 


Programa de Neuro-desenvolvimento

Programa de Neuro-desenvolvimento

Avaliação do neuro-desenvolvimento infantil e aplicação de terapias diversas para estimulação da criança. 


Electro-estimulação neuro-muscular

Electro-estimulação neuro-muscular

Electro-estimulação neuro-muscular funcional e Electro-estimulação nervosa transcutânea. 


Therasuit

Therasuit

Sistema disponível na Clínica Norte, equipa certificada, aplicável a pacientes de todas as idades. 


Estimulação Eléctrica Transcraneana

Estimulação Eléctrica Transcraneana

Estimulação eléctrica de baixa intensidade, uma terapia de estimulação transcraneana não invasiva. 


Temas ILCN

“Birras, para que vos quero?”

A imagem pode conter: 1 pessoa, criança, ar livre e texto

As birras da criança com autismo são muitas vezes assustadoras para os pais. A criança chora, grita, atira e empurra objetos, implora, parte coisas, bate nos pais… e os pais não sabem o que fazer.

Estes comportamentos, por mais desadequados que sejam, não passam de uma forma de a criança tentar comunicar o que quer e o que não quer. E muitas vezes persistem porque os pais cedem e a criança entende que se fizer birra tem o que quer. Apresentamos algumas dicas de como lidar com as birras:

  • Demonstre como deve comunicar – veja uma melhor forma para o seu filho pedir o que quer sem ser com birra e reforce esse comportamento (p.e. se uma vez pegou na sua mão para alcançar um brinquedo em vez de gritar, elogie o comportamento).

  • Ser assertivo – é importante estar calmo e ser coerente na abordagem que tem para com a criança. Se em determinados momentos os pais agem de uma maneira e noutros reagem de outra, a criança vai ficar confusa sobre a melhor maneira de se comportar.

  • Não ceder - é importante não ceder em qualquer momento à birra da criança. Não quer que ela aprenda que consegue o que quer tendo esses comportamentos desadequados.

  • Fale com o seu filho – explique calmamente à criança que não obtém o que quer fazendo birra. Explique também como pode obter o que quer (p.e. se comeres tudo sem birra, no final jogas tablet). Se a criança fizer o pretendido e por momentos fizer birra perde também a recompensa.

  • Elogiar Vs. Criticar – reforce mais frequentemente os momentos em que a criança se está a portar bem, do que penalizar quando se está a portar mal. Assim a criança entende o que é um bom e um mau comportamento.

  • A birra parou. E agora? – evite dizer “só te dou o tablet se parares de chorar”. Não deve recompensar o final da birra dando à criança o motivo que a fez ter a birra. Ao invés explique que apesar de parar de chorar, como se portou mal não pode na mesma ter o que quer e que. Da próxima vez de tiver um comportamento adequado já lhe pode dar.

  • E ignorar? – é preciso atenção ao utilizar esta estratégia bem como ter bastante capacidade em ser assertivo. Se ignorar a birra, tem de estar ciente que inicialmente vai piorar (p.e. em vez de só gritar, a criança vai atirar-se para o chão e depois atirar com tudo) e que, só depois tem tendência para terminar. 

  • Birra como fuga – se a birra surge para evitar uma situação (p.e. banho), reforce a participação da criança com atividades do seu agrado (p.e. ter um brinquedo preferido apenas para brincar na hora do banho);

  • Auto e heteroagressão – se as agressões da criança forem dirigidas a ela própria ou a si não permita esse comportamento. Iniba as mãos da mesma ou afaste-a do objeto com o qual se está a tentar magoar. Explique calma e claramente que não vai ter o que quer tendo esse comportamento.

Se tiver dificuldade em lidar com o comportamento do seu filho procure ajuda profissional.

 

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As birras da criança com autismo são muitas vezes assustadoras para os pais. A criança chora, grita, atira e empurra objetos, implora, parte coisas, bate nos pais… e os pais não sabem o que fazer.

Estes comportamentos, por mais desadequados que sejam, não passam de uma forma de a criança tentar comunicar o que quer e o que não quer. E muitas vezes persistem porque os pais cedem e a criança entende que se fizer birra tem o que quer. Apresentamos algumas dicas de como lidar com as birras:

  • Demonstre como deve comunicar – veja uma melhor forma para o seu filho pedir o que quer sem ser com birra e reforce esse comportamento (p.e. se uma vez pegou na sua mão para alcançar um brinquedo em vez de gritar, elogie o comportamento).

  • Ser assertivo – é importante estar calmo e ser coerente na abordagem que tem para com a criança. Se em determinados momentos os pais agem de uma maneira e noutros reagem de outra, a criança vai ficar confusa sobre a melhor maneira de se comportar.

  • Não ceder - é importante não ceder em qualquer momento à birra da criança. Não quer que ela aprenda que consegue o que quer tendo esses comportamentos desadequados.

  • Fale com o seu filho – explique calmamente à criança que não obtém o que quer fazendo birra. Explique também como pode obter o que quer (p.e. se comeres tudo sem birra, no final jogas tablet). Se a criança fizer o pretendido e por momentos fizer birra perde também a recompensa.

  • Elogiar Vs. Criticar – reforce mais frequentemente os momentos em que a criança se está a portar bem, do que penalizar quando se está a portar mal. Assim a criança entende o que é um bom e um mau comportamento.

  • A birra parou. E agora? – evite dizer “só te dou o tablet se parares de chorar”. Não deve recompensar o final da birra dando à criança o motivo que a fez ter a birra. Ao invés explique que apesar de parar de chorar, como se portou mal não pode na mesma ter o que quer e que. Da próxima vez de tiver um comportamento adequado já lhe pode dar.

  • E ignorar? – é preciso atenção ao utilizar esta estratégia bem como ter bastante capacidade em ser assertivo. Se ignorar a birra, tem de estar ciente que inicialmente vai piorar (p.e. em vez de só gritar, a criança vai atirar-se para o chão e depois atirar com tudo) e que, só depois tem tendência para terminar. 

  • Birra como fuga – se a birra surge para evitar uma situação (p.e. banho), reforce a participação da criança com atividades do seu agrado (p.e. ter um brinquedo preferido apenas para brincar na hora do banho);

  • Auto e heteroagressão – se as agressões da criança forem dirigidas a ela própria ou a si não permita esse comportamento. Iniba as mãos da mesma ou afaste-a do objeto com o qual se está a tentar magoar. Explique calma e claramente que não vai ter o que quer tendo esse comportamento.

Se tiver dificuldade em lidar com o comportamento do seu filho procure ajuda profissional.

 

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